quarta-feira, 28 de novembro de 2012

FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

       Mais um  semestre se inicia e com isso, nosso blog retorna a todo vapor. Hoje iremos falar sobre o texto FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, trabalhado pelo professor em sala de aula.
       O texto aborda logo no inicio o uso do livro didático, que acaba sendo um dos únicos materiais de acesso ao conhecimento. A escola, principal responsável pelo ensino, e até mesmo o professor para manter um ensino tradicional e legitimação do seu trabalho, concebem o livro como um instrumento fundamental, um material essencial, e ainda o livro didático acaba sendo referência para o ensino da Língua Portuguesa.
       O autor ele utiliza dois livros para que exista um melhor entendimento (objeto de investigação), foram escolhidos: Português uma Proposta para o Letramento e Vitória Regina - Língua Portuguesa ( livros de 1ª a 4ª série). Esses dois livros tem como propostas principais a língua como interação e a relação entre a parte escrita e oral.
         O texto explica que a linguagem possui três perspectivas:
• a estruturalista - que compreende a linguagem como expressão do pensamento;
• a transformacionalista - que compreende a linguagem como instrumento de comunicação;
• a enunciativa - que concebe a linguagem como processo de interação.
       Fazendo um link com a realidade de escolas públicas (eu falo do município do Rio de Janeiro, pois é, aonde faço estágio), os professores recebem os livros didático, recebem também uma apostila (por bimestre), de um modo geral, eles trabalham principalmente com esses recursos. Porém, os professores de Língua Portuguesa usam diversos livros extra curriculares e a partir disso desenvolvem trabalhos, os alunos frequentam a biblioteca da escola frequentemente ( em média 1 vez por semana), incentivados pelos professores, Como diversos professores falam, e assim como discutimos em sala, os livros, apostilas, nem sempre são completos, e eles precisam fazer pesquisas para levar outras fontes de conhecimentos para a sala de aula.

Segue abaixo o link com o texto completo, vale a pena fazer essa leitura.
http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/gt10-4398--int.pdf


domingo, 14 de outubro de 2012

ACABOOOOU ..

Pois é a nossa disciplina chegou ao final. Assim que o professor Ivan no primeiro dia de aula comunicou pra turma que teríamos que criar um blog, achei que a ideia não fosse dar certo, mas hoje vi que estava totalmente errada, mesmo com alguns atrasos e puxões de orelha, valeu a pena essa nova experiência, de uma nova forma avaliativa, acho que nunca vista por nenhum aluno da turma.
Os textos trabalhados também foram bem enriquecedores, não posso esquecer também dos trabalhos apresentados pela turma, foram ÓTIMOS. É, as aulas de TAELP I vão deixar saudades, mas com certeza foram inesquecíveis.

 

GRUPO 4

ESCOLA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: Tecnologias, ferramentas e criatividade... em busca de uma alfabetização digital".


O texto fala sobre a utilização das tecnologias atuais em sala de aula, fazendo referencia ao acirramento das barreiras e fronteiras, o que conhecemos como globalização.
Com os avanços tornou-se cada vez mais necessário o preparo dos jovens para o mercado de trabalho, a escola pode e deve se apropriar das novas ferramentas e dos novos recursos  para capacitar seus alunos tanto para o mercado de trabalho quanto para a vida cotidiana, ou seja, um indivíduo capaz de resolver seus problemas dinamicamente, potencialmente  e sem tomar as decisões erradas. 
 • APRENDER É FAZER, AGIR, DECIDIR E INTERAGIR COM O MUNDO.
  Portanto os educadores devem estar sempre interagindo com o meio, apropriando- se de novos conhecimentos, para oferecer e criar novas oportunidades, proporcionando aos educandos novas formas de aprendizagem. 
• A cada dia que passa a tecnologia ocupa um espaço cada vez maior na linguagem, na cultura, na vida do ser humano e principalmente nas práticas educativas.







GRUPO 3

"Mídia Escrita e Letramento: Jornais e Revistas na sala de aula".

A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto. Tratar de assuntos que os alunos estejam vivenciando é realmente bastante interessante para eles. 
O grupo levou para sala de aula uma dinâmica bastante interessante com uma imagem de jornal, para que cada aluno fosse montando a história que estava na figura. 



GRUPO 2

"Das Aprendizagens e das Metodologias de Ensino - Dilemas da Gestão Escolar".

O grupo  falou sobre o PPP, sobre novos métodos de sua criação, relação de ensino e aprendizagem, reciclagem do professor, falou também sobre a aprendizagem significativa, quando o aluno chega com conhecimento prévio e é capaz de fazer sua autoavaliação e também da realização de tarefas desarticuladas e a necessidade de ser arranjado um tempo para esse tipo de tarefa e que intenção seja a construção do conhecimento.

O texto mostrou 6 propostas para o próximo milênio:

- Leveza
- Rapidez
-Exatidão
-Visibilidade
-Multiplicidade
-A última não teve  tempo de escrever pois faleceu.

No contexto de quantidade/qualidade alguns pontos merecem destaque:

 - A finalidade educativa pretendida com a realização de tarefas.
- O tempo das atividades/ tarefas.
- Estratégias de planejamento, proposição e organização das tarefas.


GRUPO 1


"Interação, alfabetização e letramento: uma proposta de/para a alfabetização, letrando. (Sérgio Roberto Costa)".

O texto nos traz dois significados de alfabetização e letramento:
  • Alfabetização: ensino do conhecimento das letras e escrita.
  • Letramento: conjunto de práticas de uso da linguagem escrita numa dada sociedade ou contexto
O grupo mostrou que O professor deve garantir que as práticas escolares ajudem o aluno a refletir enquanto aprende e a descobrir os prazeres e ganhos que se pode experimentar quando a aprendizagem do sistema de escrita é vivenciado como um meio para, independentemente, exercer a leitura e a escrita dos cidadãos letrados. Com base nos estudos e pesquisas de hoje em dia, “Alfabetizar letrando” requer: Democratizar a vivência de práticas de uso da leitura e da escrita e ajudar o aluno a, ativamente, reconstruir essa invenção social que é a escrita alfabética.

Alfabetizar letrando ..

No texto, Alfabetizar letrando a autora Luciana Garcia fala sobre a alfabetização e o letramento e que os dois caminham juntos. A sociedade hoje é uma sociedade grafocêntrica, ou seja, centrada na escrita, não basta ao indivíduo ser simplesmente alfabetizado, ou ele precisa aprender meramente a decodificar. Faz-se necessário que o mesmo seja também letrado para que possa exercer as práticas sociais de leitura e escrita nesta sociedade.

A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. Segundo Cagliari (1998, p. 12):
“Quem inventou a escrita inventou ao mesmo tempo as regras da alfabetização, ou seja, as regras que permitem ao leitor decifrar o que está escrito, entender como o sistema de escrita funciona e saber como usá-lo apropriadamente. A alfabetização é, pois tão antiga quanto os sistemas de escrita. De certo modo, é a atividade escolar mais antiga da humanidade”.
Soares, (2000, p. 7) “Letramento é o estado em que vive o indivíduo que não só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que vive”. O termo letramento passou a ter veiculação no setor educacional há pouco menos de vinte anos, primeiramente entre os lingüistas e estudiosos da língua portuguesa.
O professor deve fornecer ferramentas para o aluno construir o seu processo de aprendizagem da leitura e escrita.
Na etapa inicial, isto é, na Educação Infantil, a escola tem obrigação de ajudar o aluno a ser apropriar da escrita alfabética e informatizar o seu uso.