segunda-feira, 11 de março de 2013
A LÍNGUA PORTUGUESA E SEUS CURRÍCULOS NO FINAL DE SÉCULO
Em nossa última aula deste semestre, trabalhamos com o texto, A Língua Portuguesa e seus Currículos no final de século de Marildes Marinho.
Para o autor não foi fácil a escolha do título para o texto, pois "final de século" pode estar subentendido, podendo sugerir a responsabilidade de realizações não alcançadas. O objetivo do texto é discutir sobre o ensino de Língua Portuguesa produzido por propostas curriculares das últimas décadas do século XX, sugerindo anotações em torno de aspectos considerados relevantes a serem pensados em projetos de produção e de estudos em torno de currículos para a Língua Portuguesa.
Analisar um currículo, em qualquer que seja a disciplina, requer levar em conta não somente o conteúdo específico que envolve conceitos e definições. A maioria dos autores usam aspectos sócio-históricos para construção desses currículos. O texto apresenta um exercício de explicitação das condições de produção dos currículos de Língua Portuguesa, e portanto, das possibilidades de leitura de um texto.
A partir de buscas de novas perspectivas e de maior sintonia no campo do ensino da língua materna, pode- se contextualizar o desenvolvimento dos currículos, nas redes públicas de ensino, a onde, a equipe formada para desenvolver este currículo é bem grande.
Na maioria das propostas curriculares, nos deixa claro, que a disciplina de Língua Portuguesa concilia dois domínios, bem importantes em determinada época: língua escrita e língua oral.
Vale a pena fazer a leitura completa do texto: http://books.google.com.br/books?id=wGCVBQav0sEC&pg=PA43&lpg=PA43&dq=a+lingua+portuguesa+nos+curriculos+de+final+de+seculo+marildes+marinho&source=bl&ots=KN39WBCR-b&sig=n7q5Hpp5XP17SrPtzjp-LrjmG-A&hl=en&sa=X&ei=Wxo_UeGfO-ro0gGB5IDwAg&sqi=2&ved=0CD0Q6AEwAQ
SEQUÊNCIA DIDÁTICA - SUSTENTABILIDADE
Componentes: Lorena Rodrigues, Maria Alice Bral, Marina Briata, Patrícia Pinho, Samantha Carvalho e Stefany Mattos.
Disciplina: Língua Portuguesa.
Tema central: Sustentabilidade e Meio Ambiente.
Objetivo Geral: Desenvolver o conceito e os benefícios do tema central com os alunos, para que assim possam colaborar para um mundo mais sustentável, pois ações feitas hoje podem ter conseqüências futuras.
Turma: 3º ano.
Faixa etária: 07 aos 09 anos.
Faixa etária: 07 aos 09 anos.
Primeiro dia:
Tema da aula: O que é Sustentabilidade?
Tema transversal: Português e ciências.
Gênero: Artigo de opinião.
Eixo: Práticas de reflexão sobre o uso da língua, oralidade e práticas de leitura.
Objetivo da aula:
Desenvolver o conceito sobre o tema trabalhado, dar o primeiro passo para que os alunos se tornem “ecologicamente alfabetizados”, trabalhando com pequenos textos para que desenvolvam também a oralidade e a escrita.
Procedimento metodológico:
- 1º momento: Fazer uma roda com os alunos para que possa apresentar o tema.
- 2º momento: Distribuir um pequeno texto com o conceito do tema, e pedir para cada aluno ler um trecho.
- 3º momento: Explicar o tema para os alunos e entregar uma folha para cada um, para que escrevam em cinco linhas o que é sustentabilidade, depois de pronto eles trocarão os trabalhos e cada um irá ler o que o colega de turma escreveu.
- 4º momento: Pedir para que realizem uma pequena pesquisa em casa sobre o tempo de decomposição dos objetos.
Avaliação:Observação de como o aluno desenvolveu as atividades em sala, como a leitura do texto e a produção de texto.
Segundo dia:
Tema da aula: O caminho do lixo.
Tema transversal: Português e Ciências.
Gênero: Redação.
Eixo: Práticas de produção textual; Oralidade.
Objetivo da aula:
- Discutir a idéia de preservação do meio ambiente;
- Conhecer o processo da coleta e o destino do lixo escolar;
- Identificar quem produz e quem cuida do lixo escolar.
Procedimento metodológico:
- Primeiro momento:Iniciar uma discussão com a turma sobre os problemas ambientais da atualidade, usando como recurso imagens (figuras). Procure figuras que representem: aquecimento global, enchentes, rios poluídos, trânsito, lixo na comunidade e lixo na escola e cole em uma cartolina. Mostre as imagens e questione às crianças: o que está acontecendo? Que local é este? Por que será que estes fenômenos estão acontecendo no ambiente? Como as pessoas interferem no ambiente? Valorize as respostas dos alunos e os ajudem a ampliar suas percepções sobre o ambiente, além da própria ampliação da linguagem oral.
- Segundo momento: Selecionar uma figura que representa o lixo escolar e colocar as crianças para observar e falar em voz alta do que se trata. Em seguida faça as seguintes perguntas, onde o lixo da sua escola fica localizado? Quem produz este lixo? Quem são as pessoas responsáveis pela coleta do lixo na escola? Na etapa seguinte, você mostra algumas imagens e solicita que as crianças eliminem aquela que demonstra uma atitude errada na coleta do lixo. Assim, faça uma discussão sobre as atitudes que as pessoas devem ter com a coleta e em seguida coordene a produção de um texto coletivo, refletindo a idéia do grupo sobre a coleta do lixo escolar.
Avaliação:
Participação do aluno na roda de conversa; a compreensão do processo da coleta do lixo escolar; os questionamentos que foram realizados.
Terceiro dia:
Tema da aula: Reaproveitando os alimentos.
Tema transversal: Português, Ciências e Matemática.
Gênero: Receita.
Eixo: Oralidade, práticas de reflexão sobre o uso da escrita e práticas de leitura.
Objetivo da aula:
- Mostrar que a sustentabilidade está em vários assuntos, inclusive nos alimentos.
- Conscientizar as crianças de que não podemos desperdiçar alimentos;
- Estimular as crianças a reduzirem o desperdício de alimentos tanto em casa quanto na escola;
- Mobilizar as famílias junto com a escola contra o desperdício de alimentos a partir da conscientização dos alunos, assim eles poderiam contar aos pais a importância do assunto e mostraria o que aprendeu nessa aula.
- Estimular nas crianças a importância do aproveitamento integral dos alimentos, por intermédio da elaboração de receitas que utilizem cascas, talos e folhas dos alimentos, dentre outras partes que, geralmente, são dispensadas no lixo;
Procedimento metodológico:
- 1º momento: Começar uma conversa sobre o que é feito com os alimentos que sobram em suas casas. Explicação sobre o assunto.
- 2º momento: mostrar receitas feitas com ingredientes reaproveitáveis e junto mostrar a estrutura de uma receita e mostrar suas características introduzindo previamente o conceito das medidas em uma receita.
- 3 º momento: Se a escola tiver espaço físico e propício, o professor junto com a turma poderá fazer uma receita ou simplesmente levá-la pronta para que eles possam degustar.
Avaliação:Observação no entendimento do aluno a esse gênero textual,percepção de estrutura,cronologia da receita e a questão da quantidade.
Material utilizado:
Receita
Bolo de casca de banana
Ingredientes:
Massa:
4 unidades de casca de banana
2 unidades ovo
2 xícaras (chá) de leite
2 colheres (sopa) de margarina
3 xícaras (chá) de açúcar
3 xícaras (chá) de farinha de rosca
1 colher (sopa) de fermento em pó
Cobertura:
½ xícara (chá) de açúcar
1½ xícara (chá) de água
4 unidades de banana
½ unidade de limão
Modo de preparo:
Lave as bananas e descasque. Separe as cascas para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por ultimo, misture delicadamente às claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e enfarinhada. Leve ao forno medo preaquecido por aproximadamente 40 minutos. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.
Quarto dia:
Tema da aula: Cuidando da natureza.
Tema transversal: Português e Ciências.
Gênero: Poético.
Eixo: Produção Textual
Objetivo da aula:
- Promover a aproximação do texto poético.
- Estimular a prática de leitura de poemas.
Procedimento metodológico:
- 1° momento: Fazer uma roda de conversa sobre os assuntos estudados nos dias anteriores. O professor fará questões sobre sustentabilidade para verificar o conhecimento adquirido dos alunos.
- 2° momento: apresentação de cartazes de distribuição do texto. O professor ira expor um cartaz com o poema em letras maiúsculas e distribuirá o texto para os aluno lerem primeiramente em voz baixa. O tempo para a leitura é fundamental para que as crianças se familiarizem com o poema. Posteriormente será feita a leitura coletiva do cartaz e os alunos serão motivados a apresentarem as opiniões sobre o poema.
- 3° momento: Trabalho em grupo/produção de poemas. Feito a leitura do texto, a turma será dividida em grupos para produzirem pequenos poemas sobre a poluição e sustentabilidade. Todo o processo deve ser acompanhado e auxiliado pelo professor. Depois de produzido todos os poemas, os alunos irão apresentá-los para a turma.
Avaliação: Observar se houve um entendimento da estrutura do poema, se a coletividade foi bem trabalhada e se houve uma compreensão do tema abordado.
Poema a ser trabalhado:
Cuidando da natureza
(Leila Maria Grillo)
Vamos cuidar
Da mãe Natureza
Preservando a vida
Do nosso Planeta.
Não desperdicem água
Para não faltar
Separe todo lixo
Para reciclar.
Não destruam as matas
Árvores e flores
Que enfeitam o mundo
Com as suas cores.
Não poluam o ar
Isso não é legal
Na certa vai causar
O aquecimento global.
Vamos trabalhar
Nessa tarefa urgente
Para preservar
O nosso meio ambiente.
Quinto dia:
Objetivo da aula:
- Proporcionar momentos de reflexão sobre a necessidade de mudanças de postura em relação ao meio ambiente a partir de dinâmicas interativas;
- Mostrar que reciclando conseguimos materiais divertidos e úteis;
- Ensinar a sustentabilidade como modo de vida;
- Melhorar o presente, visando outras gerações;
- Trabalhar a interação social, a oralidade, a leitura e a escrita.
Procedimento metodológico:
- 1º Momento: Iniciar com uma roda de conversa, mostrando o que é reciclagem e algumas de suas vertentes, explicar sobre os benefícios de usar a sustentabilidade no seu cotidiano. Mostrar os materiais (brinquedos) que serão confeccionados no decorrer do dia e com que serão feitos.
- 2º Momento: Pedir que eles façam grupos e cada grupo escreva um bilhete onde falarão o que esperam que tenha melhorado no meio em que vivem, para que as gerações futuras usufruam de um Mundo melhor. Ao fim da escrita, um representante de cada grupo lerá o bilhete feito por eles.
- 3º Momento: Confecção de cartazes que ilustrem o que foi absorvido na Semana da Sustentabilidade. Cartazes estes que servirão de “ornamentação” para a escola a fim de orientar e informar sobre os temas tratados.
- 4º Momento: Criação de objetos com sucatas “pet”. Dentre eles estão o bilboquê, megafone, flor e até mesmo um potinho “porta-treco”.
Avaliação:Observar a capacidade de entendimento do tema tratado, escrita, oralidade, criatividade, coordenação psicomotora e a coletividade.
ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO - PROJETO BURITI 3º ANO
Realizamos um vídeo sobre a análise que fizemos do livro didático trabalhado pelo grupo. Relacionamos o livro com os quatro eixos do PCN de Língua Portuguesa.
GÊNERO TEXTUAL E TIPOLOGIA TEXTUAL
Trabalhamos com o texto Gênero Textual e Tipologia Textual de Silvio Ribeiro da Silva. O texto é trabalhado em cima da diferença entre Gênero Textual e Tipologia Textual, onde apresentam considerações (opostas) feitas por Marcuschi e Travaglia.
Marcuschi defende o trabalho com textos na escola, a partir, da abordagem do gênero textual, para ele não existe favorabilidade ao trabalho com a tipologia textual.
Por outro lado, Travaglia defende o trabalho com a tipologia textual, para o autor sendo textos de diferentes tipos eles se instauram por não existir diferentes modos de interação.
Travaglia fala em conjugação tipológica. Ele afirma que um texto se define como de um tipo por uma questão de dominância, em função do tipo de interlocução que se pretende estabelecer e que se estabelece, e não em função do espaço ocupado por um tipo na constituição desse texto.
Travaglia não fala de intertextualidade intergêneros, mas fala de um intercâmbio de tipos. Explicando, ele afirma que um tipo pode ser usado no lugar de outro tipo, criando determinados efeitos de sentido impossíveis, na opinião do autor, com outro dado tipo. Para exemplificar, ele fala de descrições e comentários dissertativos feitos por meio da narração.Resumindo, para Marcuschi :
a) intertextualidade intergêneros = um gênero com a função de outro
b) heterogeneidade tipológica = um gênero com a presença de vários tipos
Para Travaglia:
a) conjugação tipológica = um texto apresenta vários tipos
b) intercâmbio de tipos = um tipo usado no lugar de outro
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
A ABORDAGEM DAS DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO NOS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
O terceiro texto trabalho é 'A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental', de Patrícia Corsino.
O texto começa com o relato de uma incrível situação, que aconteceu em uma escola, quando um aluno chegou à sala de aula com um pote cheio de lagartas e partir disso surgiram diversas perguntas feitas pelos demais alunos e com isso a professora pediu para que o aluno deixasse algumas das lagartas na escola e partir disso começarem um brilhante trabalho de ciências. Eles acompanharam toda a evolução das lagartas até o significado da morte de uma delas, eles faziam pesquisas sobre o tema e trabalhavam tudo em grupo, trocavam ideias e pesquisas.
A receptividade da professora ao que a criança levou para sala de aula e da criança que concordou em ceder algumas lagartas para turma, devem ser observados como um primeiro movimento. Esse movimento de acolhimento mútuo foi possível pelas relações de troca e confiança estabelecidas pelo grupo. Um segundo movimento percebido no relato da professora e que se articula ao anterior é a cobertura para o imprevisível, que pode ser entendida como compromisso ético-político.
Fica bem claro que o objetivo dessa situação foi ampliar a curiosidade dos alunos, incentivá- los a levantar hipóteses e a construir conhecimentos sobre os seres vivos, sobre a relação entre o homem e a natureza aproveitando que as crianças são curiosas e é esta curiosidade que move seu interesse, que favorece as ampliações, que provoca aprendizagens, que desenvolve capacidades. E eles trabalhavam bastante com a troca de informação entre os alunos, e é na troca com o outro que os conhecimentos vão fazendo sentido e é na partilha das descobertas que os conhecimentos aprendidos se tornam um território comum do grupo.
É perceptível que toda a troca de conhecimentos que o projeto proporcionou teve a professora como mediadora. Foi ela quem, selecionou e organizou o que foi trabalhado com as crianças e como foi trabalhado.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO- Trabalho em grupo
Trabalho realizado pelo meu grupo (Maria Alice, Lorena Rodrigues, Marina Briata e Samantha Carvalho), sobre o texto Alfabetização e Letramento de Sara Mourão Monteiro e Mônica Correia Baptista.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Mais um semestre se inicia e com isso, nosso blog retorna a todo vapor. Hoje iremos falar sobre o texto FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, trabalhado pelo professor em sala de aula.
O texto aborda logo no inicio o uso do livro didático, que acaba sendo um dos únicos materiais de acesso ao conhecimento. A escola, principal responsável pelo ensino, e até mesmo o professor para manter um ensino tradicional e legitimação do seu trabalho, concebem o livro como um instrumento fundamental, um material essencial, e ainda o livro didático acaba sendo referência para o ensino da Língua Portuguesa.
O autor ele utiliza dois livros para que exista um melhor entendimento (objeto de investigação), foram escolhidos: Português uma Proposta para o Letramento e Vitória Regina - Língua Portuguesa ( livros de 1ª a 4ª série). Esses dois livros tem como propostas principais a língua como interação e a relação entre a parte escrita e oral.
O texto explica que a linguagem possui três perspectivas:
• a estruturalista - que compreende a linguagem como expressão do pensamento;
• a transformacionalista - que compreende a linguagem como instrumento de comunicação;
• a enunciativa - que concebe a linguagem como processo de interação.
Fazendo um link com a realidade de escolas públicas (eu falo do município do Rio de Janeiro, pois é, aonde faço estágio), os professores recebem os livros didático, recebem também uma apostila (por bimestre), de um modo geral, eles trabalham principalmente com esses recursos. Porém, os professores de Língua Portuguesa usam diversos livros extra curriculares e a partir disso desenvolvem trabalhos, os alunos frequentam a biblioteca da escola frequentemente ( em média 1 vez por semana), incentivados pelos professores, Como diversos professores falam, e assim como discutimos em sala, os livros, apostilas, nem sempre são completos, e eles precisam fazer pesquisas para levar outras fontes de conhecimentos para a sala de aula.
Segue abaixo o link com o texto completo, vale a pena fazer essa leitura.
http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/gt10-4398--int.pdf
domingo, 14 de outubro de 2012
ACABOOOOU ..
Pois é a nossa disciplina chegou ao final. Assim que o professor Ivan no primeiro dia de aula comunicou pra turma que teríamos que criar um blog, achei que a ideia não fosse dar certo, mas hoje vi que estava totalmente errada, mesmo com alguns atrasos e puxões de orelha, valeu a pena essa nova experiência, de uma nova forma avaliativa, acho que nunca vista por nenhum aluno da turma.
Os textos trabalhados também foram bem enriquecedores, não posso esquecer também dos trabalhos apresentados pela turma, foram ÓTIMOS. É, as aulas de TAELP I vão deixar saudades, mas com certeza foram inesquecíveis.
Os textos trabalhados também foram bem enriquecedores, não posso esquecer também dos trabalhos apresentados pela turma, foram ÓTIMOS. É, as aulas de TAELP I vão deixar saudades, mas com certeza foram inesquecíveis.
GRUPO 4
ESCOLA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: Tecnologias, ferramentas e criatividade... em busca de uma alfabetização digital".
O texto fala sobre a utilização das tecnologias atuais em sala de aula, fazendo
referencia ao acirramento das barreiras e fronteiras, o que conhecemos como globalização.
Com os avanços tornou-se
cada vez mais necessário o preparo dos jovens para o mercado de trabalho, a
escola pode e deve se apropriar das novas ferramentas e dos novos recursos para capacitar seus alunos tanto para o
mercado de trabalho quanto para a vida cotidiana, ou seja, um indivíduo capaz
de resolver seus problemas dinamicamente, potencialmente e sem tomar as decisões erradas.
• APRENDER É FAZER, AGIR, DECIDIR E
INTERAGIR COM O MUNDO.
Portanto os educadores devem estar sempre
interagindo com o meio, apropriando- se de novos conhecimentos, para oferecer e
criar novas oportunidades, proporcionando aos educandos novas formas de
aprendizagem.
• A cada
dia que passa a tecnologia ocupa um espaço cada vez maior na
linguagem, na cultura, na vida do ser humano e principalmente nas práticas
educativas.
GRUPO 3
"Mídia Escrita e Letramento: Jornais e Revistas na sala de aula".
A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto. Tratar de assuntos que os alunos estejam vivenciando é realmente bastante interessante para eles.
O grupo levou para sala de aula uma dinâmica bastante interessante com uma imagem de jornal, para que cada aluno fosse montando a história que estava na figura.
A visão apresentada pelo autor e pelo grupo é de uma aprendizagem de leitura e de escrita dentro de um contexto, pois se um aluno tem leitura de mundo será mais fácil de entender e assimilar as palavras dentro de uma frase ou um texto. Tratar de assuntos que os alunos estejam vivenciando é realmente bastante interessante para eles.
O grupo levou para sala de aula uma dinâmica bastante interessante com uma imagem de jornal, para que cada aluno fosse montando a história que estava na figura.
GRUPO 2
"Das Aprendizagens e das Metodologias de Ensino - Dilemas da Gestão Escolar".
O grupo falou sobre o PPP, sobre novos métodos de sua criação, relação de ensino e aprendizagem, reciclagem do professor, falou também sobre a aprendizagem significativa, quando o aluno chega com conhecimento prévio e é capaz de fazer sua autoavaliação e também da realização de tarefas desarticuladas e a necessidade de ser arranjado um tempo para esse tipo de tarefa e que intenção seja a construção do conhecimento.
O texto mostrou 6 propostas para o próximo milênio:
O grupo falou sobre o PPP, sobre novos métodos de sua criação, relação de ensino e aprendizagem, reciclagem do professor, falou também sobre a aprendizagem significativa, quando o aluno chega com conhecimento prévio e é capaz de fazer sua autoavaliação e também da realização de tarefas desarticuladas e a necessidade de ser arranjado um tempo para esse tipo de tarefa e que intenção seja a construção do conhecimento.
O texto mostrou 6 propostas para o próximo milênio:
- Leveza
- Rapidez
-Exatidão
-Visibilidade
-Multiplicidade
-A última não teve tempo de escrever pois faleceu.
No contexto de quantidade/qualidade alguns pontos merecem destaque:
- A finalidade educativa pretendida com a realização de tarefas.
- O tempo das atividades/ tarefas.
- Estratégias de planejamento, proposição e organização das tarefas.
GRUPO 1
"Interação, alfabetização e letramento: uma proposta de/para a alfabetização, letrando. (Sérgio Roberto Costa)".
O texto nos traz dois significados de alfabetização e letramento:
- Alfabetização: ensino do conhecimento das letras e escrita.
- Letramento: conjunto de práticas de uso da linguagem escrita numa dada sociedade ou contexto
O grupo mostrou que O professor deve garantir que as práticas escolares ajudem o aluno a refletir enquanto aprende e a descobrir os prazeres e ganhos que se pode experimentar quando a aprendizagem do sistema de escrita é vivenciado como um meio para, independentemente, exercer a leitura e a escrita dos cidadãos letrados. Com base nos estudos e pesquisas de hoje em dia, “Alfabetizar letrando” requer: Democratizar a vivência de práticas de uso da leitura e da escrita e ajudar o aluno a, ativamente, reconstruir essa invenção social que é a escrita alfabética.
Alfabetizar letrando ..
No texto, Alfabetizar letrando a autora Luciana Garcia fala sobre a alfabetização e o letramento e que os dois caminham juntos. A sociedade hoje é uma sociedade grafocêntrica, ou seja, centrada na escrita, não basta ao indivíduo ser simplesmente alfabetizado, ou ele precisa aprender meramente a decodificar. Faz-se necessário que o mesmo seja também letrado para que possa exercer as práticas sociais de leitura e escrita nesta sociedade.
A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação. Segundo Cagliari (1998, p. 12):
“Quem inventou a escrita inventou ao mesmo tempo as regras da alfabetização, ou seja, as regras que permitem ao leitor decifrar o que está escrito, entender como o sistema de escrita funciona e saber como usá-lo apropriadamente. A alfabetização é, pois tão antiga quanto os sistemas de escrita. De certo modo, é a atividade escolar mais antiga da humanidade”.
Soares, (2000, p. 7) “Letramento é o estado em que vive o indivíduo que não só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que vive”. O termo letramento passou a ter veiculação no setor educacional há pouco menos de vinte anos, primeiramente entre os lingüistas e estudiosos da língua portuguesa.
O professor deve fornecer ferramentas para o aluno construir o seu processo de aprendizagem da leitura e escrita.
Na etapa inicial, isto é, na Educação Infantil, a escola tem obrigação de ajudar o aluno a ser apropriar da escrita alfabética e informatizar o seu uso.
Na etapa inicial, isto é, na Educação Infantil, a escola tem obrigação de ajudar o aluno a ser apropriar da escrita alfabética e informatizar o seu uso.
Incentivando a leitura
Estimular a aprendizagem nas crianças é sempre bom, ainda melhor é incentivar a leitura aos nossos pequenos, quando a criança já vem com o habito de casa a aprendizagem flui bem melhor, cabe aos responsáveis mostrar que ler é interessante que ler pode dar prazer tão quanto uma brincadeira com os amigos, que a leitura não precisa ser algo obrigatório imposto pela escola, mas sim, algo que vire rotina no dia- a- dia, troque os presentes normais por livros.
“A leitura só se implanta se estiver associada ao prazer, à arte, de modo que o receptor sinta – se envolvido e motivado por ela, tendo também contato com as formas de comunicação mais elaboradas que caracterizam a arte em geral” (Ponde, Glória Maria).
Segue algumas dicas práticas para incentivar a leitura em casa:
1) Planeje o dia da leitura:
- Reserve um horário na sua agenda para interagir com as crianças.
- Escolha a história que você deseja contar.
- Reserve um momento para a criança contar a história também.
- Nesse momento, deixe a criança a vontade para escolher o tema com o qual ela se identifica. Se você acredita que ela poderá ficar confusa com as opções, ou sair do foco, diminua as alternativas, deixando apenas alguns livros à disposição dela.
- Procure fazer um rodízio desses livros periodicamente.
2) Faça um registro deste momento:
- Tire algumas fotos deste “evento”, faça um mural e deixe em um local visível. Isso motiva a criança!
- Confeccione com a criança um “livro registro” das histórias que ela leu e ouviu, com os pontos mais interessantes e com o bibliografia do livro.
3) Debate:
- Permita que a criança conte o que ela gostou nos livros (o que ela ouviu e o que ela leu). Essa é uma boa prática de estímulo à interpretação de texto e também uma forma para que você avalie se ela realmente entendeu o que leu e ouviu.
4) Prêmios:
- Confeccione cartões de parabéns que estimulem a autoestima da criança indiretamente.
- Esses cartões podem ser em forma de medalhas ou como a sua criatividade mandar.
- Eles devem encorajar a criança. Como por exemplo: “Parabéns, essa leitura foi muito interessante”, “Esse livro que você escolheu é muito bom”, etc. Procure não focar o elogio na leitura que a criança fez, dizendo que ela leu bem. O melhor caminho é fazê-lo indiretamente.
5) Prática:
- Pratique esta atividade frequentemente com as crianças!
- Com o tempo a criança vai “pegar o gosto” pela leitura e então, você poderá pensar em estimular que a criança crie seus próprios livros e suas próprias histórias.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
O portfólio na formação de professores
O uso do portfólio para mim é algo bastante inovador, pois ele ajuda a sempre te manter em dia com os assuntos trabalhados, além disso acaba sendo uma nova forma de avaliação (no nosso caso, usamos o blog, como nosso portfólio eletrônico), além disso por ter que citar sua opinião, você precisa realmente estar por dentro dos assuntos, além de estar em dia, deixa o aluno com o conhecimento bem mais abrangente das matérias estudadas.
Como fala no texto dado pelo professor e de sua própria autoria, 'O portfólio possibilita ao estudante fazer escolhas e buscar novas formas de aprender. Em todos os níveis de escolarização isso é importante, mas em cursos de formação de educadores essa oportunidade ganha dimensão maior. (...) O portfólio é uma oportunidade maravilhosa de os alunos, futuros educadores, vivenciarem a avaliação formativa e não apenas lerem sobre ela.' Benigna M. de F. Villas Boas.
E a partir da leitura do texto decidi procurar na internet e acabei achando um site bem interessante que fala sobre esse tema, e o relato de um aluno do curso de formação de professores sobre o que achou sobre o uso do portfólio.
“O Portfólio foi uma das construções mais importantes do curso, pois, através deste, pude refletir sobre todo o processo de formação pelo qual passei durante o primeiro ano do curso, bem como os avanços que obtive ao desenrolar de cada módulo ... Este, também é a forma mais autêntica de representação do processo de evolução do aluno, e, nenhum outro tipo de avaliação obteria os mesmos resultados que o Portfólio acaba de demonstrar”.A. M. P.
Como fala no texto dado pelo professor e de sua própria autoria, 'O portfólio possibilita ao estudante fazer escolhas e buscar novas formas de aprender. Em todos os níveis de escolarização isso é importante, mas em cursos de formação de educadores essa oportunidade ganha dimensão maior. (...) O portfólio é uma oportunidade maravilhosa de os alunos, futuros educadores, vivenciarem a avaliação formativa e não apenas lerem sobre ela.' Benigna M. de F. Villas Boas.
E a partir da leitura do texto decidi procurar na internet e acabei achando um site bem interessante que fala sobre esse tema, e o relato de um aluno do curso de formação de professores sobre o que achou sobre o uso do portfólio.
“O Portfólio foi uma das construções mais importantes do curso, pois, através deste, pude refletir sobre todo o processo de formação pelo qual passei durante o primeiro ano do curso, bem como os avanços que obtive ao desenrolar de cada módulo ... Este, também é a forma mais autêntica de representação do processo de evolução do aluno, e, nenhum outro tipo de avaliação obteria os mesmos resultados que o Portfólio acaba de demonstrar”.A. M. P.
Vou deixar o site sobre a matéria, para que possam ler a matéria completa: http://www.partes.com.br/educacao/portfolio.asp
Palestra da E.M. Barro Branco
Nos dias 11, 12 e 13 de abril foram realizadas palestras na FEBF, aonde alunos e professores da escola municipal Barro Branco, na cidade de Duque de Caxias, apresentaram um projeto que a escola desenvolve, na verdade gostaria de chamar de SUPER projeto, percebi que realmente as coisas acontecem. Conversando com a coordenadora do projeto, professores da escola e pais de alunos, percebi que o projeto é incentivar a leitura não só das crianças e sim de toda a comunidade que a escola está inserida. A escola trabalha/desenvolve o projeto com o total apoio dos pais que vivem realmente o ambiente escolar, eles possuem uma biblioteca que também foi reformada e é conservada com a ajuda além dos alunos e professores dos pais, e acima de tudo eles não trabalham apenas a leitura mas sim como interpretar não só um livro, um texto, mas como exemplo também uma música, uma peça, uma propaganda na TV, e com esse projeto só quem ganha é a comunidade que realmente participa, além de ser uma ponte entre a escola e os responsaveis, é apenas mais um incentivo para estar presente e acompanhar a vida escolar dos alunos, até porque, a família e a escola caminhando juntos sempre gera bons frutos.
Linguagens Infantis - II
Novamente falando sobre o livro Linguagens Infantis, e lembrando a ideia de que a leitura não é apenas a criança conseguir ler uma frase, e sim conseguir interpretar, entender o contexto e situação, pois são múltiplas as linguagens (gestos, brincadeiras, desenho, dança, música e manipulação de objetos artísticos).O livro busca esclarecer algumas mudanças na atualidade por meio das discussões a respeito dos Referenciais Curriculares para a Educação Infantil (1998) e dos Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil (2006).
No DEBATE UM, Maria Cristina Rizzoli desenvolve o artigo com
o título: Leitura com letras e sem letras na Educação Infantil do norte da
Itália. Nesse artigo Maria Cristina traz a experiência da rede pública de
educação infantil da cidade de Bolonha, no norte da Itália com livros e
crianças pequenininhas. Segundo a autora os pedagogos e educadores de
Bolonha assumiram a importância do livro para a criança e, essa atitude
deu indicativos ao município de Bolonha para a iniciativa de um trabalho,
no qual, são exploradas as várias possibilidades que o livro oferece.
No DEBATE DOIS, Suely Amaral Mello desenvolve o artigo
com o título: O processo de aquisição da escrita na Educação Infantil. A
autora parte da idéia de que muito do trabalho que se tem desenvolvido
com as crianças na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo,
no que se refere a aquisição da escrita, carece de uma base científica,
assim, busca nos estudos e conhecimentos de Vygotsky essas
contribuições. Sugere que, com os novos conhecimentos sobre os
processos de desenvolvimento das crianças, busque-se uma inversão no
processo de contaminação que até hoje tem sido predominante e
passemos a “[...] deixar contaminar o ensino fundamental com atividades
que julgamos típicas da educação infantil” (p. 24).
No DEBATE TRÊS, Melissa Cristina Asbahr discute os livros de
auto-ajuda para crianças. O artigo intitula-se: Lá vem a história, e a autora
traz para discussão a ideologia contida nesse tipo de literatura a qual,
transpõe questões de origem social, política ou estruturais à explicações
psicológicas. Melissa salienta que uma das características marcantes
dessa literatura é que são “[..] permeados pelo discurso neoliberal, os
textos de auto-ajuda incentivam concepções individualistas que tendem a
culpabilizar as pessoas por tudo que lhes acontece na vida” (p. 43).
No DEBATE QUATRO, Heloísa Helena Pimenta Rocha traz
análises dos discursos e práticas que, intentaram fazer da criança objeto
de intervenção higiênica e disciplinar, sendo o título de seu artigo: A
Higienização da infância no “século da criança”. O presente artigo
desenvolve uma significativa contribuição para a compreensão da história
da educação infantil, no qual a autora interroga acerca das representações
produzidas pelos médicos-higienistas brasileiros sobre as crianças
pequenas e sua educação.
No DEBATE CINCO, Mônica Appezzato Pinazza traz o artigo: Os
pensamentos de Pestalozzi e Froebel nos primórdios da pré-escola oficial
paulista: das inspirações originais não-escolarizantes à concretização de
práticas escolarizantes. A autora aborda nesse artigo dados históricos do
processo de implantação da educação pré-escolar em instituições oficiais
no Brasil e, mais especificamente no estado de São Paulo, ocorridos no
final do século XIX e início do século XX. Em sua análise focaliza as
configurações das práticas educativas para a faixa etária da pré-escola
que, sofreram influência da pedagogia de Froebel, bem como das escolas
primárias brasileiras que, receberam influência da pedagogia de
Pestalozzi.
No DEBATE UM, Maria Cristina Rizzoli desenvolve o artigo com
o título: Leitura com letras e sem letras na Educação Infantil do norte da
Itália. Nesse artigo Maria Cristina traz a experiência da rede pública de
educação infantil da cidade de Bolonha, no norte da Itália com livros e
crianças pequenininhas. Segundo a autora os pedagogos e educadores de
Bolonha assumiram a importância do livro para a criança e, essa atitude
deu indicativos ao município de Bolonha para a iniciativa de um trabalho,
no qual, são exploradas as várias possibilidades que o livro oferece.
No DEBATE DOIS, Suely Amaral Mello desenvolve o artigo
com o título: O processo de aquisição da escrita na Educação Infantil. A
autora parte da idéia de que muito do trabalho que se tem desenvolvido
com as crianças na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo,
no que se refere a aquisição da escrita, carece de uma base científica,
assim, busca nos estudos e conhecimentos de Vygotsky essas
contribuições. Sugere que, com os novos conhecimentos sobre os
processos de desenvolvimento das crianças, busque-se uma inversão no
processo de contaminação que até hoje tem sido predominante e
passemos a “[...] deixar contaminar o ensino fundamental com atividades
que julgamos típicas da educação infantil” (p. 24).
No DEBATE TRÊS, Melissa Cristina Asbahr discute os livros de
auto-ajuda para crianças. O artigo intitula-se: Lá vem a história, e a autora
traz para discussão a ideologia contida nesse tipo de literatura a qual,
transpõe questões de origem social, política ou estruturais à explicações
psicológicas. Melissa salienta que uma das características marcantes
dessa literatura é que são “[..] permeados pelo discurso neoliberal, os
textos de auto-ajuda incentivam concepções individualistas que tendem a
culpabilizar as pessoas por tudo que lhes acontece na vida” (p. 43).
No DEBATE QUATRO, Heloísa Helena Pimenta Rocha traz
análises dos discursos e práticas que, intentaram fazer da criança objeto
de intervenção higiênica e disciplinar, sendo o título de seu artigo: A
Higienização da infância no “século da criança”. O presente artigo
desenvolve uma significativa contribuição para a compreensão da história
da educação infantil, no qual a autora interroga acerca das representações
produzidas pelos médicos-higienistas brasileiros sobre as crianças
pequenas e sua educação.
No DEBATE CINCO, Mônica Appezzato Pinazza traz o artigo: Os
pensamentos de Pestalozzi e Froebel nos primórdios da pré-escola oficial
paulista: das inspirações originais não-escolarizantes à concretização de
práticas escolarizantes. A autora aborda nesse artigo dados históricos do
processo de implantação da educação pré-escolar em instituições oficiais
no Brasil e, mais especificamente no estado de São Paulo, ocorridos no
final do século XIX e início do século XX. Em sua análise focaliza as
configurações das práticas educativas para a faixa etária da pré-escola
que, sofreram influência da pedagogia de Froebel, bem como das escolas
primárias brasileiras que, receberam influência da pedagogia de
Pestalozzi.
No DEBATE SEIS, Zeila de Brito Fabri Demartini encerra este
volume com o artigo: Relatos orais sobre a infância e o processo de
alfabetização. Nesse artigo a autora privilegia os relatos orais de
professores/as sobre a infância e sobre o processo de alfabetização no final do século XIX e primeiras décadas do século XX. Através dos relatos orais a autora descreve como estes/as professores/as representam a infância e o que contam sobre os jardins-de-infância, sobre as escolas e sobre como se viam como alfabetizadores/as.
Assinar:
Postagens (Atom)





.gif)




